Os esposos desempenharão sua missão com responsabilidade cristã e humana, e,
num respeito cheio de docilidade para com Deus, formarão um juizo reto, de comum acordo e com o mesmo empenho, atendendo ao bem proprio e dos filhos.
Quer dos nascidos, quer dos que se preveem nascer. Dicernindo as condições tanto materiais quanto espirituais dos tempos e do estado de vida.
Finalmente, levando em conta o bem comum da comunidade familiar, da sociedade temporal e da própria Igreja.
Os proprios esposos, em ultima analice devem formar este juizo diante de Deus. Contudo, estejam concientes os conjuges cristãos de que não podem proceder arbitrariamente em sua maneira de agir.
(Concilio Vaticano II, Gaudium et Spes, 50).
Revista o "Mensageiro de Sto. Antonio.
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