Era uma vez um pobre sapateiro que vivia numa cabana, na encruzilhada de um caminho, perto de um pequeno e humilde povoado.
Como era um homem bom e queria ajudar os viajantes, que à noite por ali passavam, deixava na janela da sua casa, uma vela acesa todas as noites, de modo a guía-los.
E apesar da doença e a fome, nunca deixou de acender a sua vela. Veio então uma grande guerra, e todos os jovens partiram, deixando a cidade ainda mais pobre e triste.
As pessoas do povoado ao verem a persistência daquele pobre sapateiro, que continuava a viver a sua vida cheio de esperança e bondade, decidiram imita-lo e, naquela noite, que era véspera de Natal, todos acenderam uma vela em suas casas, iluminando todo o povoado.
À meia noite, os sinos da Igreja começaram a tocar, anunciando a boa notícia: a guerra tinha acabado e os jovens regressavam às suas casas!
Todos gritaram: "É um milagre! É o milagre das velas!".
A partir daquele dia, acender uma vela tornou-se tradição em quase todos os povos, na véspera de Natal.
(Comunidade de Oração Mariana Eucarística de Schoenstatt)
Wylson
PARTILHA... Quem vive sozinho, longe dos outros, na contramão da partilha, não atinge o país da felicidade. E diminui dolorosamente sua alegria de viver. Na permuta das idéias, experiências, projetos e ideais reside o segredo da realização. Quando conseguirmos minorar tristezas e aflições alheias, repartindo um pouco de nós mesmos com os irmãos de caminhada, nós é que saímos lucrando. A vida tem dessas compensações gratificantes. Da partilha nasce a felicidade. Do intercâmbio brota a luz...

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